terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Fatos (oi?!) da vida #11

A única diferença entre vir trabalhar em agosto e no final de dezembro é a chuva. Em agosto a pluviosidade é muuuiiito maior.

(ah, e hoje está frio)


domingo, 21 de dezembro de 2014

Mais ou menos meio metro

Ouço muitas vezes dizer que o Natal nos faz lembrar todos os que já partiram.
Verdade.
Para mim, no entanto, sempre teve a ver com celebrar a Vida, toda a Vida, todas as Vidas. Celebrar a possibilidade dos que podem estarem juntos, com tempo para falarem, até com tempo para discutirem, com tempo para se reunirem à volta de uma mesa, por uma vez farta e deixar o tempo correr, o hoje e não o ontem, não o amanhã, o presente que o hoje é para cada um de nós. Para mim, isto é Natal:
video
(porque uma das meninas que parabenizei já teve o seu menino Jesus!)

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Muitos mercis

Sou uma desnaturada, eu sei. Esqueço-me com frequência dos aniversários, mesmo que o Facebook avise 50.000 vezes, e nem sempre falo com toda a gente que queria, um bocado porque tenho alergia a falar ao telefone. E nem sempre o #computadordafamelga está disponível para mim, até porque #piscogrande é um açambarcador.
Muito, muito obrigada do fundo do coração pelas mensagens no meu dia de aniversário. Prometo fazer melhor com 38 do que fiz com 37. A alguns, até para o ano, aos outros até amanhã. Aos que não me veem há mais de vinte anos (quando era muito menos do que sou hoje, em todos os sentidos), que tenham um 2015 cheio de coisas boas. Aos que não vejo há uns minutos, temos de ir às compras, que é quase Consoada.
P.S. A todos os que me esqueci de dar os parabéns durante 2014:


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Menos um sorriso no (meu) mundo

Hoje por aqui o sentimento é este. Mais uma dos que me partiram, mais uma das que me vão fazer muita falta. O céu deve andar com muita falta de risos, para precisar tanto dos da Sana.


sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

#Décimo segundo dia

No décimo segundo dia, o meu verdadeiro amor deu-me
Doze Bateristas a Tamborilar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Twelve Drummers Drumming)
ou seja:

(quando cá voltarem todos)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

#Décimo primeiro dia

o décimo primeiro dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Onze Flautistas a Tocar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Eleven Pipers Piping)
ou seja:
(já são velhinhos, mas ambos anjos a cantar. Em modo repeat)

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

#Décimo dia

No décimo dia, o meu verdadeiro amor deu-me
Dez Senhores a Cavalgar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Ten Lords-a-Leaping)
ou seja:
Um batismo a andar de cavalo, na Quinta das Palominas, em São João das Lampas, Sintra. Os dias estão frios, mas bonitos, e a zona é calma. Um bom programa para férias (para quem as tem) ou para o fim-de-semana.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

#Nono dia

No nono dia, o meu verdadeiro amor deu-me
Nove Senhoras a Dançar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Nine Ladies Dancing)
ou seja:
mais um joguinho para a Wii

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

#Oitavo dia

No oitavo dia, o meu verdadeiro amor deu-me
Oito Donzelas a Ordenhar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Eight Maids-a-Milking)
ou seja:
 
CHOCOLATES! (não precisam de ser sóóó de leite, há tantos e tão bons)


domingo, 7 de dezembro de 2014

#Sétimo dia

No sétimo dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Sete Cisnes a Nadar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Seven Swans-a-Swimming)
ou seja:
Visitar a Feira Popular de Natal em Lisboa, que está em Entrecampos, no lugar da antiga FP (dia 25 calha a ser dia do euro, todos os carroceis são a esse valor). Mais informações aqui.

sábado, 6 de dezembro de 2014

#Sexto dia

No sexto dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Seis Gansos a Dormir p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Six Geese-a-Laying)
ou seja:
primeiro ainda pensei no óbvio: um edredom fofinho de penas, ou uma almofada, vá, mas óspois achei que não. Então, lembrei-me disto 
o que me levou a isto
(se acharem muito à velha para a época, ó vós que desconheceis o Sport Billy,
também os há fofinhos. Ora atentai:
  




sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

#Quinto dia

No quinto dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Cinco Anéis de Ouro p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Five Gold Rings)
ou seja:
Não é óbvio?
Qualquer um daqui ou aqui,
mas confesso que estes têm já um lugar especial no meu coração (enquanto não estão no meu dedo):

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

#Quarto dia

No quarto dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Quatro Passarinhos a Trinar p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Four Calling Birds)
ou seja:
Um Wii sing Disney para a Wii (é de 2010, mas serve. Ah! e, já agora, um microfone :D)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

#Terceiro dia

No terceiro dia, o meu verdadeiro amor deu-me

Três Galinhas Francesas p'lo Natal
(On the first day of Christmas my true love gave to me Three French Hens)
ou seja:
um Swatch Eggs Dream
(colecção de 1994)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

#Segundo dia

No segundo dia, o meu verdadeiro amor deu-me
duas Rolas-bravas
(On the second day of Christmas my true love gave to me Two Turtle Doves)
ou seja:
qualquer coisinha daqui, que eu não sou esquisita. 

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

#Primeiro dia


    No primeiro dia, o meu verdadeiro amor deu-me
    uma Perdiz numa Pereira p'lo Natal
    (On the first day of Christmas my true love gave to me a Partridge in Pear Tree)
    ou seja:
    um Famous Grouse Liqueur 
    (licor de whisky escocês, com especiarias, citrinos e gengibre)

    Twelve Days of Christmas

    Pois que este blog não é menos do que os outros, e também iremos fazer a minha nossa listinha de Natal, que assim como assim é uma espécie de GPS para piscogrande, piscopequeno e demais muchachosdafamelga.
    Vejo-me, no entanto, afogada em tanta lista e listinha, e desejo, e mais de dez euros ou menos de dez euros, que se impõe alguma originalidade. Por isso, em vez de uma lista «então, o que é que queres receber no Natal», aqui vai a minha lista dos 12 dias do Natal*.
    *para quem não sabe: este doze dias são os que se seguem ao 25 de Dezembro, marcando o tempo entre a Natividade e a festa dos Reis. Nos países anglófonos, existe até uma canção natalícia que, de forma acumulativa, indica os doze grandes dons concedidos em cada um desses dias

    Fatos (oi?!) da vida #10

    Hoje não é feriado? Tá mal! Eu cá queria festejar a independência, atirando com (um? só um) político traidor de uma qualquer varanda abaixo :'(

    terça-feira, 25 de novembro de 2014

    Macaquinho de chinês com a morte

    Estou neste momento a trabalhar num livro onde a Morte está muito presente. Infelizmente, também há minha volta morre gente de que gosto, e por isso o tema me atrai e me repele. Nada posso fazer: não escolho os livros (será que eles me escolhem?), e também não tenho controlo sobre a Morte, vai e vem como lhe apetece, essa magana.
    O livro traça um paralelismo entre a vida da autora, que é viúva, e a de Madame Marie Curie, no seu papel de viúva de Pierre Curie. A páginas tantas, menciona-se a existência de coincidências (MRP, não percebes nada disto!) que coincidem (Paul Kammerer, biólogo austríaco e autor de uma lei sobre as casualidades, dixit), da sincronia de tempos e temas; e Rosa Montero, a autora, menciona alguns episódios onde essas coincidências, essas sincronias se mostram.
    Estou a rever esta passagem, e detenho-me: «de repente a Morte chegou a correr e pousou a sua manápula amarela […]. Foi a 19 de abril […]. [Ela] tinha […] trinta e oito.» – parece realmente demasiado para não ser coincidência que alguém que revê um livro sobre a Morte ande, de há uns tempos a esta parte, a cogitar que só encontra alguns amigos em velórios; que, de há dez anos a esta parte, todos os que foram ao seu casamento e morreram tenham partido por culpa do cancro (tal como o marido de Rosa Montero); que tenha um filho, o único até agora, que nasceu precisamente a 19 de abril; e que essa mesma pessoa tenha, neste instante, quase 38 anos (falta menos de um mês, já conta). São muitas indicações, demasiadas setas luminosas a apontar, para não notarmos que o universo me nos está a querer dizer alguma coisa: joga ao macaquinho de chinês com a Morte mais um bocadinho. Não ganhes, não ganhes, que os outros não ganhem também, quero-os a todos aqui, não vás já embora, fica porque eu te amo, fica mesmo que eu não te veja, vamos jogar ao macaquinho de chinês com essa malandra e tentar vencê-la, uma e outra e outra vez.
    Até ao fim, com um sorriso. Até sempre.

    quarta-feira, 19 de novembro de 2014

    Fatos (oi?!) da vida #9 AKA NÃOOOOOOOO!

    É só para dizer que, de entre tanta desgraça que sobrevém neste mundo de Deus (e nesta desgraceira em que andam a transformar o meu país), a piorzinha  é mesmo esta.

    respira, respira, um quadradinho enquanto há; respira, respira, um quadradinho enquanto há – mantra a repetir enquanto dá (e mais um quadradinho por teres dito isso)
    ...
    e mais outro
    ...
    ok, só mais um.

    terça-feira, 18 de novembro de 2014

    quinta-feira, 13 de novembro de 2014

    Isto explica

    porque é que a minha máquina de lavar louça continua avariada, quase dois anos depois:

    Cuidado com as cápsulas para detergentes. INEM já recebeu 200 chamadas - Portugal - DN

    (afinal, piscogrande anda atento à segurança de piscopequeno!)

    Diz qué hoje

    Diz que hoje é dia da Bondade













    E depois há isto:

    (alguém acordou com os pés de fora e não pode ficar na ronha)

    sábado, 8 de novembro de 2014

    @ Facebook #3

    Acabo de ouvir a MRP a dizer qualquer coisa como: «... o que lhe posso dizer é que eu, quando escrevo os meus livros, nem sequer penso...» (podia fornecer o contexto, mas assim é TÃOOO melhor)

    quinta-feira, 6 de novembro de 2014

    IUPIII!

    Para duas meninas que estão grávidas do bebé n.º 3 – e porque uma delas se queixou de reacções pouco entusiásticas (Re Grávida) – deixo aqui a minha pequena contribuição:


    terça-feira, 4 de novembro de 2014

    Mulheres

    Eu queria ser capaz de responder a isto como uma senhora, mas não sou.

    Não quero falar de toda essa maravilhosa existência que, aparentemente, as mulheres da vida do senhor Saraiva tiveram. Nem sequer da luta que as mulheres da minha vida (as que conheci e as que nunca vi mas que cá estão, gravadas no que sou) travaram, ou de um passado-mais-que-passado que nem foi bem meu. Não quero falar dos meus avós, um no mar, outro na estiva, da minha mãe que ficou sem pai aos quatro anos e teve de crescer separada das irmãs, do meu pai que tinha o pai no mar e ele a crescer numa casa quase só de mulheres valentes (mulheres de homens do mar são sempre valentes, valorosas), mulheres trabalhadoras. Não quero falar da minha mãe, que tinha de trabalhar no comércio com horários ainda piores do que os de hoje, mas que guardava as férias todas para as filhas, para que pudéssemos descobrir a magia do cinema ou visitar um museu pela primeira vez... sem sapatos. Não quero falar da minha sogra, que só arranjou emprego mais tarde para poder tomar conta dos filhos, e que agora gostava de poder tomar conta dos netos mas não dá, porque tem de continuar a descontar para a reforma (não a dela, claro, a de alguém que não ela).

    Eu queria ser capaz de responder a esta coisa com algo assim, mas não sou.

    Posso falar é de mim, de quando fiquei desempregada e fui obrigada a ser dona de casa a tempo inteiro – o ênfase está no OBRIGADA. Foi dos piores tempos da minha vida, e (acreditem) isso é dizer muito.

    Sou mais feliz com esta correria por vezes insana: «acorda, #piscopequeno, olha o lanche, olha as senhas, olha a mochila, aperta o cinto, como não sabes? tenho de ser eu a fazer tudo, por amor da santa! chego ao trabalho, leio, leio, rio-me, leio, leio, supermercado,vamos embora, #piscopequeno? mãe, eu não quero! mas são sete da noite e tu ainda tens de tomar banho e brincar e eu de fazer o jantar e ver os trabalhos e só temos duas horas e ufa! E só depois chega o #piscogrande, quase sempre muito depois das dez da noite, quando já descambei no sofá - continuamos amanhã às seis, pode ser?». Sou mais feliz quando tenho coisas para contar de como foi o meu dia, tal como #piscopequeno tem coisas para contar do seu dia desde que anda na escola, e não passa todo o seu tempo em casa com os avós. Sou mais feliz durante aquela meia-hora em que lavamos dentes, fazemos chichi e lemos a história (sempre a história) e "remenescamos" um bocadinho, para que as coisas boas se agarrem aos sonhos e aí fiquem até de manhã.

    Eu queria ser capaz de responder àquela coisa com algo assim, mas não sou. Na verdade, só me apetece responder-lhe, tal como um certo senhor escritor pelos visto pouco elegante e com nome de erva, com um sonoro «Vá à merda!».

    segunda-feira, 3 de novembro de 2014

    @ Facebook #2

    Nunca serei igual a homens que usem sapatos com 10 cm de salto. Também nunca serei igual a mulheres que usem sapatos com 10 cm de salto. Salto agulha não é comigo. A igualdade na diferença, por outro lado, é coisa que me apraz (e que usaria - e uso? - todos os dias)

    sábado, 1 de novembro de 2014

    @ Facebook

    Hoje há um que quase vomita com a água que engoliu. Hoje há um que não pára sentado. Nenhum deles é ‪#‎piscopequeno‬.

    JM dixit 12

    Na catequese, hoje de manhã, o catequista pede aos meninos que façam um desenho copiando um dos que estão no catecismo. Piscopequeno, indeciso, diz que não sabe qual escolher. Piscogrande, numa de ajudar, sugere que ele escolha um fácil.
    Resposta pronta de piscopequeno:
    – Nesse caso, vou escolher...
     (imediatamente completado com a frase respectiva)