sábado, 28 de setembro de 2013

Hoje

Vai ser mais fácil.
Vou caber nesta nova pele, vou pensar: «Pateta, como pudeste...?»

Mas hoje ainda é

Dia de me sentir peixe fora da água
    Dia de me sentir pouco confortável
        Dia de não conhecer os cantos à casa.

Hoje ainda é

a primeira semana de aulas na nova escola.

Hoje ainda é assim.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Fim do flagelo - post 1

Constato que ir ao Facebook a horas decentes é coisa de #flagelo. 
Escrever postas também (embora o mundo se tenha alargado novamente).

Fora do #flagelo means back @ o maravilhoso da leitura profissional.


E agora deixo-vos, que

vou tomar um chuveiro
e já volto.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ahhh, a tecnologia (mais actualizada)

... e também resiste a uma queda dentro de uma sanita água, sem chatice de maior a não ser o facto de ter uma dona aselha que colocou o cartão ao contrário e se queixou de que era a única parte do dito que não funcionava.



Material de guerra, é o que é.

sábado, 14 de setembro de 2013

JM dixit 7

«Vocês andam a estragar a minha vida!»
piscopequeno em "Treinos para o Oscar: a prequela" ou "Como ter uma crise de adolescência aos 5 anos e meio"


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ahhh, a tecnologia

O meu telemóvel não é um smartphone, mas é um phone buéda esperto.
Hoje, passados trinta segundos de uma conversa de vendedor, desliga a chamada sozinho, poupando-me a esse trabalho.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

JM dixit 6 "brincalhando"

«Mãe, o que é que um boneco de neve (mas não é a sério, é dos de peluche) diz para outro boneco de neve (a sério, mesmo a sério) quando ele cai... não, escorrega na areia?»
«Na areia? Não sei, o que é?» 
(Eu, a achar estranho e à espera de algo igualmente bizarro e fora de contexto.)
«Olha, já caíste!"
E depois ri que nem um perdido.



ελπίς ou Da esperança

Dou por mim muitas vezes a voltar o pensamento para a caixa de Pandora, a tal onde os deuses do Olimpo teriam guardado todos os males do mundo, soltos pela curiosidade de uma "bonequinha" (descrição adequada de Tereza Buongiorno em Olimpo, Diário de Uma Deusa Adolescente, da Terramar) cabeça-de-vento para assombrarem o destino dos homens.
E porquê?
Precisamente devido àquilo que não escapou, a esperança.
Normalmente, encara-se a esperança neste mito como o conforto, o bem que fica depois que tudo o que é mau se solta e patati-patatá (que, para os mais novos, é a versão .0 do blá, blá, blá, wiskas saquetas)

Não é nada disso.

A esperança é mesmo o MAL mais pesado do mundo, que nos faz andar com o coração aos saltos, em anseios medonhos, a ver luzinhas ao fundo de túneis emparedados, desinquietando a mente que já espera ansiosa por um resultado positivo, um adiamento, um salvamento in extremis. Ou, como diria a condessa-viúva de Grantham, «uma provocação, que não nos permite aceitar a realidade».

Um mal, no matter how much you sugarcoat it, só se torna um bem quando é vencido.

A doença vira um bem quando é vencida, e se transforma em saúde.
A fome vira um bem quando é vencida, e se transforma em abundância.
A esperança, como mal que é, vira um bem quando é vencida, e se transforma em certeza.

Como me aconteceu hoje.

domingo, 1 de setembro de 2013